Mistura do Brasil com o Egito | Correspondente internacional – Parte 1

Mistura do Brasil com o Egito | Correspondente internacional – Parte 1

Muitas boas aventuras começam com uma longa viagem, certo? Seja isso uma coisa boa ou ruim pra você. E como o assunto aqui é comida, porque não começar também pela comida de avião? É sobre isso que eu, Gabi, como “correspondente internacional” do Diogo por alguns posts (quem vê pensa), vou falar hoje.

Eu nunca tive muito problema com o vôo em si (exceto por ficar bastante tensa na hora do pouso), mas se existe algo que me desperta uma aceleradinha no coração é o “apito” do serviço de bordo. Gordinha que sou, fico aguardando ansiosamente a aeromoça chegar com o carrinho e apresentar a próxima refeição (mesmo nas viagens nacionais, em que a sorte é quando vem bala de gelatina e amendoim). Mas nessa viagem, algo me dizia que seria diferente… E no fim das contas, foi. Primeiro porque meu vôo até Guarulhos foi feito pela Avianca e, surpreendente, depois de muuuuuitos anos, voltei a receber sanduíche numa ida até São Paulo. E pasmem: um sanduíche quentinho e BOM, com parmesão, patê de presunto e mais um creminho de queijo bem bacana. Quase aplaudi de pé – só não fiz isso porque é tão rapidinho que dei a última mordida e já tava na hora de pousar.

Segui viagem para Roma, com a empresa Alitalia. Ali, nenhuma surpresa mas sempre uma satisfação de voar pra fora do país: vinho com um salgadinho de queijo bem delícia, ravioli com queijo e molho de tomate no jantar (tinha também opção de carne, mas na Itália eu só troco massa por carne em última instância). Aí soninho vai, soninho vem, descobri que a “cozinha” ficava aberta para pegar bebida à vontade e, de quebra, tinham uns sandubinhas com relish de pepino INCRÍVEIS pra se servir. Resumindo: quando veio croissant, pão, queijo, presunto, iogurte, frutinha e afins no café da manhã, eu ainda estava BEM satisfeita – mas tive que continuar comendo afinal precisava equilibrar com o vinho.
Só que se vocês acham que to aqui pra deslumbrar esse mundão, não. Eu ainda não terminei. Mais uma parte boa é que economizei no aeroporto porque obviamente não gastei nada com bebida e comida. E daí vem a parte da “experiência”, que ruim não é mas que foi um baita desafio.
Perto do almoço do dia seguinte peguei meu último avião da saga para o Cairo. 3 horas de viagem, mas como todo bom vôo no exterior: refeição completa. No meio do vôo recebi meu pratinho. O clássico pãozinho, um muffin, queijinho, e uma carne BEM exótica com cogumelos, leguminhos e muito salsão. Pensei: HM, esse “presunto” deve ficar bem bom com queijinho no pão. Comi. Não era ruim mas tava longe de ser delicioso – mas como eu não saberia quando seria minha próxima refeição, fui “apreciando” a experiência. Até que embaixo do prato vi um recadinho: “essa carne não contém porco”. PERA, eu trabalhei todo o meu psicológico pra um PRESUNTO. Pensei em perguntar o que era… Achei melhor não saber. E de consolo, resolvi vir contar essa história pra vocês.
Se eu os deixei curioso, peço desculpas. Não poderei esclarecer. Quem sabe numa próxima? Sigo o baile por aqui, ansiosa pelas próximas “surpresas” que vou encontrar.
Gabi Coutinho  (@gm_coutinho)

3 Comentários

  1. 15 de Março de 2017 / 20:25

    aiii fiquei curiosa agora hahaha a louca!!! já querendo saber mais!!!

  2. 12 de Março de 2017 / 22:24

    Primeiramente – adoramos o título do post – vibes é o tchan HAHAHAH
    Segundamente- aquelas- comida de avião é um caso de amor e ódio né?!

  3. 12 de Março de 2017 / 20:46

    Eu fiquei muito curiosa pra saber carne do que era aquilo! Que medo!!! Hahahahaha
    Adorei essas resenhas sobre os lanches, às vezes é bom levar algo garantido na bolsa da mão né ahuahauhauah

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